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terça-feira, 13 de abril de 2010

O início, o meio, o fim e o recomeço...

Só de ouvir o som da palavra início o coração já começa a bater mais acelerado, as pernas tremem e os braços parecem não responder aos estímulos que enviamos ao cérebro; a sensação é de um perfeito idiota tentando controlar um simples movimento, mesmo que seja um sorriso tímido. Diante da situação, o único jeito de saber se será bom ou ruim é seguindo em frente.

Passa um tempo e tudo parece se encaixar, o corpo volta a responder àqueles estímulos e surge a confiança para aproveitar o que a situação tem a oferecer, em seus altos e baixos. Quando isto ocorre quer dizer que se chegou ao meio, aquele ponto no qual nem tudo se realizou ou se mostrou em sua totalidade ou com toda a intensidade. É a fase da descoberta, dos pés firmes no chão.

Este momento, situado aproximadamente à mesma distância do começo e do final, é que esconde a questão mais perigosa: decidir adotar permanentemente o estável ou voltar à etapa do primeiro parágrafo. Caso a segunda opção seja a desejada, inicia-se então a caminhada ao ponto extremo.

O fim gera desconforto e é resultado do esgotamento e do encerramento daquilo que não serve mais para alguém. Mesmo que não haja mais motivos para prosseguir, mesmo que o ideal pareça ser o meio, o fim é inevitável e insensível. É a resposta real ao que parece ser incorreto e injusto, o melhor para um e o pior ao outro.

Doloroso e difícil de aceitar, o fim é caminho mais triste ao renascimento. O único que consegue ensinar o quão importante é a emoção do recomeço.

*Texto de Gabriela Angeli, postado no blog http://www.agoraeujafalei.blogspot.com* 

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Decoração reciclável ou eco-decoração

O planeta Terra vive em meio a duas crises: a ecológica, com o aquecimento global cada vez mais perto de todos; e a crise econômica, que faz parte da vida de muitas pessoas no mundo todo. Então, por que não fazer uso de algo que possa driblar essas duas crises?
 

A decoração reciclável ou, eco-decoração está cada vez mais presente na vida das pessoas hoje em dia. Já sabemos dos casos da utilização de garrafas pet para se construir uma casa flutuante, ou até mesmo, para usar como vasos de plantas. Porém, os materiais recicláveis utilizados como decoração, vai muito além das conhecidas e, principais inimigas do meio-ambiente, garrafas pet.

É claro que elas também estão presentes nesse meio, servem como porta-treco, porta-revista, ampulheta, etc. Mas, quem diria que pequenos potes de danone podem se transformar em lindas luminárias? Ou que botões que, muitas vezes, se soltam de roupas, podem ser transformados em flores? E ainda, que o papelão pode ser utilizado como berço para bebês? Pois bem, esses são alguns dos muitos e mais variados objetos de decoração feitos com material reciclável. E como é que tudo isso acontece? É muito simples. Um pouco de criatividade aqui e mais um pouco de tempo e dedicação ali, já são mais do que suficientes. As maiorias desses objetos são feitos com coisas que todos tem casa, como cola, fita isolante e linha. O segredo mesmo está na dedicação que cada pessoa dá ao que está criando.

A decoração reciclável além de linda e criativa é muito importante para o meio-ambiente. Como já citado anteriormente, as garrafas pet, conhecidas mundialmente por seu longo período de decomposição e pelos sérios danos que causam ao meio-ambiente inteiro, são a melhor e mais conhecida opção de material para a decoração reciclável. Além de decorar os seus lugares preferidos, as pessoas ainda podem fazer um pouco da sua parte para ajudar o meio-ambiente a melhorar.

Com criatividade, vontade e dedicação, todos conseguem fazer a sua parte, basta querer.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Letra, som e fotografia

Emily Bronte, escritora britânica, não teve tempo de aproveitar todos os bons frutos que o seu único romance rendeu. "O morro dos ventos uivantes" é livro, música e filme.

Lançado no ano de 1847, com o título em inglês original de "Wuthering heights", o livro conta a história de um triângulo amoroso aonde nada são flores para nenhuma das partes. O triângulo é composto por Catherine Eranshaw, filha de um homem rico já falecido; Edgar Linton, menino de boa aparência, muito bem educado e também rico; e Heathcliff, garoto encontrado pelo pai de Catherine, sem passado conhecido. Heathcliff é o personagem central da estória, está presente em quase todos os acontecimentos do livro e, quase sempre, tem envolvimento com eles. Se torna um homem frio devido a tudo o que passa. Muita gente o descreve como uma pessoa que não é humana. Catherine Eranshaw cresce junto com Heathcliff e é parecida com ele em algumas passagens do livro. Porém, ao se casar com o rico e elegante vizinho Edgar Linton, se torna uma mulher vazia e, pode-se dizer, louca, porém, sempre apaixonada por Heathcliff. Edgar Linton faz o tipo "marido apaixonado" e suporta todas as loucuras da mulher, sempre procurando deixá-la feliz e satisfeita. Ele cria a filha de uma maneira exemplar e, seguindo a minha opinião, é o personagem que mais sofre. O livro de 292 páginas consegue mexer com os pensamentos e sentimentos de seus leitores. É considerado a obra-prima da autora e um clássico da literatura inglesa. Contribuiu na inspiração de Stephanie Meyer para escrever a saga de Crepúsculo e também, um de seus persongens - Heathcliff - teve o seu nome dado ao ator de "O segredo de Brokeback mountain", Heahtcliff Andrew Legder -Heath Legder, morto em 2008.

A música "Wuthering heights", composta por Kate Bush em 1985, conta, resumidamente, toda a estória do livro. Em um refrão aonde os nomes de Heathcliff e Catherine são usados repetidamente, a cantora conseguiu encantar muitos fãs, inclusive os da banda de metal Angra, que regravou a música de Kate Bush.

"O morro dos ventos uivantes" ganhou, ainda, três adaptações para o cinema. A primeira, feita no ano de 1939, foi indicada a oito oscars no ano em que estreou, mas levou somente o oscar de melhor fotografia em branco e preto. A segunda adaptação foi lançada no ano de 1992. E a última, lançada no ano passado, é uma versão que tenta adaptar a história criada no final do século 19, para o século 21.

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

A Cabana - Projeto Missy

Com mais de dois milhões de cópias vendidas, o livro A Cabana, de William P. Young, publicado originalmente em 2007 e, no Brasil, em 2008, conta a história de Missy, uma garotinha que é sequestrada e nunca mais encontrada por nenhuma autoridade local. Seu pai, Mackenzie Allen Phillips - Mack - passa três anos mergulhado em uma dor sem fim, ou na Grande Tristeza, como é colocado no livro.

Quando o questionamento de Mack em relação à existência de um Deus bondoso que permite que uma barbaridade como esta aconteça à uma garota de menos de 10 anos de idade chega ao seu limite, Mack recebe um bilhete. Um tanto quanto suspeito, esse bilhete muda a vida deste homem para sempre.

Cheio de dúvidas em relação ao autor do bilhete, Mack resolve ir até o lugar aonde a última prova do provável assassinato de Missy foi encontrada - uma Cabana abandonada. Nessa Cabana, Mack passa por uma experiência com Deus e duração de três dias que anda mudando a vida de todas as pessoas que leem sobre ela.

O meu propósito com esse post não é contar o que acontece durante a estadia de Mack na Cabana com Deus, mas contar como ler essa história pode mexer com as crenças e as opiniões de muita gente.

O Projeto Missy não é apenas um título que criei, é algo que pretende utilizar de tudo o que for preciso para propagar a mensagem desse livro que já atingiu milhares de pessoas: Deus não é o responsável por tudo de ruim que acontece em nossas vidas, mas com certeza, é o responsável por tudo de maravilhoso que acontece a partir das coisas ruins.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Ensaio sobre a cegueira

No último sábado, antes de sair de casa para passar o fim de semana em outra cidade, esqueci a minha bolsa no meu quarto e, junto com ela, o que precisava para ir ao cinema assistir ao tão comentado "2012". Então, com essa opção descartada, o programa de sábado a noite foi alugar a um filme e assistir em casa mesmo.

Na locadora: a indecisão, que filme levar?
Depois de 'pular' de comédia para romance para comédia romântica para documentário, acabei com um filme que foi muito comentado logo que estreou: Ensaio sobre a cegueira - livro do português José Saramago que virou filme no segundo semestre de 2008.
A moça que trabalha na locadora me viu lendo a sinopse do filme e decidiu dar a sua opinião sobre ele, disse "Esse filme é bom, é pesado, muito forte, mas é bom". A minha reação foi dizer "É mesmo? Todo mundo fala sobre esse ele", mas nunca ninguém havia me falado o que realmente era mostrado nele. Logo, pensei 'O que de tão pesado e forte pode ter esse filme?'. Decidi alugar e tirar essa dúvida da cabeça.

O filme começou e eu reparei que conhecia parcialmente o lugar aonde a história se passava, mas nem me toquei que se tratava do meu próprio Estado.
Achei bacana ver o moço do "De repente 30" atuando em um filme sério e interessante, e, logo de cara, percebi que a garota dos óculos escuros era brasileira, afinal, reconhecemos nossa raça em qualquer lugar e em qualquer circunstância.

Comecei a me emocionar profundamente quando o menino do filme, a única criança que aparece constantemente, diz algo tocante. E a mistura de setimentos como raiva, angústia, compaixão, tristeza e desespero só aumentou depois disso.

Ensaio sobre a cegueira se trata de um filme - bem, primeiro foi o livro, mas não tive a oportunidade de lê-lo e nem sei se vou fazer isso agora, depois de ver o filme e de ficar tão pensativa em relação a ele - dirigido pelo mesmo homem que dirigiu Cidade de Deus. Só por essa informação, podemos imaginar que não é um filme qualquer e, muito menos, um filme que não mexa com o psicológico das pessoas.

Quem leu o livro afirma que o filme foi fielmente retratado nas telas dos cinemas, até mesmo quem escreveu o livro afirma isso.

Eu, como telespectadora, afirmo que é um filme pesado, tocante, poderoso e intrigante e que, com certeza, faz com que quem o assista mude a sua visão do mundo.

'E se fosse eu?' é o meu único pensamento desde sábado a noite.

domingo, 13 de setembro de 2009

House of night 1

Após o sucesso que a saga Crepúsculo fez, uma nova série relacionada à questão “vampiros / humanos” está conquistando o Brasil. O primeiro livro da saga Marcada já é sucesso de vendas no país e febre no mundo.

A série de Marcada é composta por nove livros ao todo, porém, até agora, apenas cinco livros (Marked, Betrayed, Chosen, Untamed e Hunted) foram publicados em seu país de origem, os EUA. O sexto livro (Tempted) tem data de publicação prevista para o final do mês de Outubro nos EUA.

No Brasil, apenas os dois primeiros livros foram traduzidos para o português: Marcada e Traída, o último, recentemente chegado às prateleiras das livrarias do país.

Por se tratar de uma série que conta a história de vampiros e humanos, a questão de ser uma cópia da série Crepúsculo é muito discutida em blogs, sites e comunidades da internet.
Mas, segundo a aluna de Jornalismo, Lindsen Godoy, que está concluindo a leitura do primeiro livro da série, se trata de uma história completamente diferente da história da saga de Crepúsculo. Marcada conta como a vida de adolescentes que são “marcados” para se tornarem vampiros muda a partir do momento em que eles precisam se acostumar a essa nova situação. “Essa série é mais intensa em relação a como as pessoas que viram vampiros se comportam. Ela consegue fazer com que uma ficção gigante penetre na vida dos leitores”, afirma.

Para os interessados em conhecer essa nova série que promete virar febre no país, basta acessar o site
http://www.houseofnightseries.com/ e conferir o que ela tem a oferecer de diferente e novo.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Uma história para se ler de dia também

"Eu nunca pensei muito em como eu morreria" - é assim que começa a história do romance mais lido em todo o mundo hoje em dia.

Crepúsculo, de Stephenie Meyer, lançado no ano de 2005 no exterior, e no Brasil em Português no segundo semestre de 2008, quebrou todos os recordes de livros vendidos desde "O código da vinci", de Dan Brown, no mundo todo.

A saga de Crepúsculo é composta por quatro livros: Crepúsculo, Lua Nova, Eclipse e Breaking Dawn (ainda sem tradução para o Português). A história - narrada pela principal personagem - conta como a vida de uma adolescente que acabara de se mudar para a casa de seu pai, muda após o encontro com o então vampiro adolescente. Os dois se apaixonam um pelo outro e vão descobrindo juntos tudo o que é preciso descobrir sobre o outro. Se apaixonam e mesmo sabendo de todos os perigos, se arriscam para viver esse amor. Há quem diga que essa saga é o novo "Romeu e Julieta", porém, eu prefiro continuar acreditando que "no amor, nada é impossível".

É impressionante como Stephenie, uma dona de casa norte-americana, conseguiu passar aos leitores a maneira simples, lenta, verdadeira e pura de como essa história acontece. Cheia de surpresas, a saga causa medo, admiração, adrenalina, emoção e arranca suspiros de quem se delicia nas páginas tão bem criadas da história de Stephenie.

A autora conseguiu quebrar o número de livros vendidos da saga de Harry Potter.
Sem dúvida nenhuma, tanto um quanto o outro, criam universos totalmente voltados ao que se está sendo narrado. Embora Crepúsculo seja uma literatura mais fácil de se ler, de se entender, não significa que seja menos "literário" do que Harry Potter. O mundo inteiro ficou de coração partido - e mãos abanando - quando JK Rowling resolveu acabar com todos os mistérios que a vida do bruxo preferido do mundo inteiro tinha, e escrever o último livro da série.

É um bem para os amantes da leitura Stephenie ter surgido com tal enredo. É um assunto diversificado, aonde uma teia é tecida e só acaba na última palavra do último livro, sem conclusões precipitadas.

Acredito que o que conta mesmo é que a literatura mundial - inclusive os muitos leitores que criaram paixão por livros após lerem Crepúsculo - só tem a ganhar com tudo isso.

Já tive o prazer de ler os quatro livros e recomendo sem sombra de dúvida nenhuma aos que apreciam uma boa literatura.

Crianças, jovens, adultos: conheço pessoas das três gerações que leram, ou estão lendo, e ficam cada vez mais encantadas a cada palavra lida.