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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Todos ficaram LOST com o fim da série

ATENÇÃO: O texto contém spoiler.

Por que os números da escotilha deixavam as pessoas loucas, como no caso do homem que só os repetia no hospício em que Hurley estava internado? Da onde, afinal e verdadeiramente, vieram 'os outros'? Como a mãe falsa de Jacob e do Homem de Preto sabia o que aconteceria se a luz da ilha se apagasse? Como e por que o Jacob pôde viver muitos, muitos anos sem envelhecer e sabendo de tudo o que ocorria na ilha? O que aconteceu com o Walt? O que aconteceu com Kate, Claire, Sawyer, Richard Lapidus e Miles depois que deixaram a ilha? E com os que ficaram nela, como Hurley, Ben e Desmond? Como foi possível a 'vida perfeita' dos personagens se o avião não tivesse caído? Como Ilana conhecia Jacob? Por que ela estava no hospital quando apareceu da primeira vez? Como Jacob saia da ilha e voltava quando quisesse? Por que a Alex e a Rosseau não se lembraram de nada ao se encontrarem com Dr. Linus/Ben? Por que Juliet disse ao Sawyer (por intermédio de Miles) que tinha funcionado? O que tinha funcionado se eles estavam mortos na 'vida perfeita'?

Essas são algumas das muitas perguntas que não foram respondidas até o último episódio de Lost.

Foram seis anos de série, muitos personagens entraram e ficaram. Muitos deixaram saudade na memória dos fãs absolutos que não perdiam nenhum detalhe de cada episódio exibido. Muitos nos fizeram sentir como se fossem velhos conhecidos. Outros, chegaram já sendo odiados e terminaram com um espaço carinhoso conquistado no coração de cada espectador. Mas a verdade é que a série não terminou como a maioria dos fãs gostaria.

Então, eles morreram. Tudo bem, o Jack é o grande protagonista de tudo, mas como puderam nos deixar sem saber como, quando, onde e por que Kate, Sawyer, Hurley, Miles, Claire, Walt, Ben, Desmond, Richard e todos os outros morreram? Afinal, eu aposto que todo mundo gostaria muito de ter visto o fim de Ben.

A verdade é que desde o primeiro episódio da série, perguntas surgiram e, muitas delas, foram respondidas e muito bem respondidas por sinal. Como a justificativa para os ruídos ouvidos por Boone antes de morrer no acidente que houve com o avião encontrado na selva. Mas, muitas outras perguntas continuaram sendo perguntas até a última vez em que a tela ficou preta e as letras de LOST apareceram.

Pode-se dizer que a série começou, foi feita e terminou em cima de perguntas que, na minha opinião, não haveriam respostas convincentes. Do começo ao fim, Lost é um balde de emoção, afeição e questionamento.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Quando algo se concretiza

Era uma quinta-feira à noite e, por volta das 22hs, comecei a me perguntar desde quando aquela gente toda estava lá.

Eram várias pessoas. Todas juntas, supostamente alinhadas uma em frente à outra. As idades? Se misturavam. As vozes e as conversas? Também. Era possível encontrar crianças, meninos, meninas, jovens e, até mesmo, homens e mulheres. Comidas e bebidas - de todos os tipos e para todos os gostos - eram facilmente encontradas em meio àquela multidão.

Apenas uma coisa era visivilmente igual em todas as pessoas: a ansiedade. Quando o grande momento finalmente chegou, gritos, palmas e discussões compravaram o que todo mundo já sabia: era a grande hora.

O sentimento que até então acompanhou todos - a ansiedade - deu lugar a um novo sentimento: a emoção.

A cada momento que se passou, era como se um balde cheio de paixão, orgulho, desejo e alegria fosse derramado sobre todos. Duas horas se passaram entre toda essa mistura de sentimentos.

E, com certeza, só quem estava presente pode descrever como foi.

Somente quem gosta, quem se interessa cada vez mais, quem ama a cada dia mais e mais, sabe como é assisitir ao seu sonho estreiando em uma grande tela de cinema.

sábado, 22 de novembro de 2008

Don't worry, be happy!

Quando chegamos perto do mês de outubro, todo mundo já começa a se preparar para o próximo ano que está mais próximo a cada dia que termina.
Todo ano é igual. As pessoas, quando param para conversar, só sabem falar em uma coisa: o fim do ano.
Essa semana recebi um e-mail que falava justamente sobre a idéia que todo mundo tem de "como o tempo passa rápido".
Ele dizia que as experiências que vivemos são registradas por nossos cérebros, e, que, com o passar do tempo e a repetição das mesmas experiências, é como se isso se tornasse algo automático, e a emoção que sentimos quando vivemos algo pela primeira vez, já não existe mais, pois, ela já está registrada em nossos cérebros.
Pronto! Temos a chamada "rotina" formada, e com ela, a idéia de como os natais chegam mais rápido a cada ano que passa.
Portanto, devemos sempre enfatizar aquela famosa frase: "viva o hoje".
E viva o hoje diferente de como vai viver o amanhã, ou de como viveu o ontem. Viva o hoje e faça dele o seu melhor dia. Faça coisas diferentes: frequente lugares diferentes, assista à filmes diferentes, ouça músicas diferentes, leia coisas diferentes, encontre coisas diferentes que acabem com a sua rotina. Viage para lugares nunca antes visitados, experimente fazer coisas que fujam às regras da sociedade.
O importante é que aproveitemos o tempo que temos, tempo este, que quando gasto com coisas prazerosas, que nos dão a sensação de alegria - a melhor do mundo - nunca passa rápido demais, e fica sempre registrado nos nossos cérebros como algo que nos fez sentir muito bem. Detalhe: o e-mail alertava quanto ao fato de registrarmos todos os momentos vividos diferentemente com fotos, vídeos, mensagens, cartas, coisas que nos façam reviver toda a sensação vivida no momento quando vermos os registros novamente.
Viva de uma maneira que quando você parar para olhar para trás, tenha muitas histórias para contar, e que sejam histórias ...diferentes!

domingo, 16 de novembro de 2008

No final, tudo vira festa!

Que no final tudo acaba em festa não é segredo para ninguém! Mas até lá, é preciso muita dedicação, envolvimento, interesse e principalmente, vontade. Minha mãe já dizia "se é para fazer, que faça bem-feito", e isso, é uma das muitas coisas que levo comigo até hoje, e levarei enquanto for válido. Não adianta de nada dedicação, empenho, interesse e a vontade não estar presente.
Quando fazemos por nós mesmos, nos responsabilizando por tudo o que vier a ocorrer, "colocando a nossa conta em risco", é mais fácil ...se alguma coisa sair fora do planejado, o único prejudicado somos nós! Agora, quando o assunto envolve outras tantas pessoas, tudo fica mais delicado. É preciso pensar no que os outros irão achar, o que os outros querem e pensam, como será a reação dos outros e por fim, se todos irão concordar com você.
O processo é longo, as idéias são muitas: surgem de todos os lados, o único problema é: agradar a gregos e troianos. No meio de tudo, sempre tem aquele tal alguém que irá dar um pouco de trabalho, seja por querer participar demais e acabar por não fazer nada, ou por participar de menos e achar que fez muito.
O interessante, é que, são coisas assim, que costumam nos alertar a confiar mais em quem menos se espera e abrir os olhos antes de decidir qualquer coisa.
Seja com stress, cansaço, otimismo, alegria ou tristeza, o importante, é que no final tudo vira festa, e se ainda não virou, é porque não chegou ao final.