sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Decoração reciclável ou eco-decoração
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Letra, som e fotografia
Lançado no ano de 1847, com o título em inglês original de "Wuthering heights", o livro conta a história de um triângulo amoroso aonde nada são flores para nenhuma das partes. O triângulo é composto por Catherine Eranshaw, filha de um homem rico já falecido; Edgar Linton, menino de boa aparência, muito bem educado e também rico; e Heathcliff, garoto encontrado pelo pai de Catherine, sem passado conhecido. Heathcliff é o personagem central da estória, está presente em quase todos os acontecimentos do livro e, quase sempre, tem envolvimento com eles. Se torna um homem frio devido a tudo o que passa. Muita gente o descreve como uma pessoa que não é humana. Catherine Eranshaw cresce junto com Heathcliff e é parecida com ele em algumas passagens do livro. Porém, ao se casar com o rico e elegante vizinho Edgar Linton, se torna uma mulher vazia e, pode-se dizer, louca, porém, sempre apaixonada por Heathcliff. Edgar Linton faz o tipo "marido apaixonado" e suporta todas as loucuras da mulher, sempre procurando deixá-la feliz e satisfeita. Ele cria a filha de uma maneira exemplar e, seguindo a minha opinião, é o personagem que mais sofre. O livro de 292 páginas consegue mexer com os pensamentos e sentimentos de seus leitores. É considerado a obra-prima da autora e um clássico da literatura inglesa. Contribuiu na inspiração de Stephanie Meyer para escrever a saga de Crepúsculo e também, um de seus persongens - Heathcliff - teve o seu nome dado ao ator de "O segredo de Brokeback mountain", Heahtcliff Andrew Legder -Heath Legder, morto em 2008.segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Criar ou não criar eventos “ecologicamente corretos” para se destacar no mercado?
Assunto muito discutido nos dias de hoje, a preocupação com o meio-ambiente já chegou nos eventos produzidos por diversas empresas. Mas, a dúvida em produzir um evento com essa preocupação em mente ainda é grande, pois tal ideia já caiu no gosto de quem os produz. A seguir, um texto que escrevi sobre isso para um guia ambiental.
Século XXI. Época da modernização de todas as coisas, tempo da digitalização, era dos robôs. A globalização é geral e total no mundo inteiro, até nos países menos favorecidos. Todo e qualquer ser humano quer viver em meio à comodidade, e, é nesse ponto que entra a questão do meio-ambiente e até quando ele suportará tanto desgaste.
Produzir sacolas retornáveis, sandálias de pneu reciclado ou agendas de papel reciclado são algumas medidas que, para as pessoas que aderem a essa “moda”, já estão fazendo a sua parte. Mas esquecem de em uma festa de aniversário, utilizar o mesmo copo plástico do começo ao fim da mesma.
Eventos que são adequados ao conceito de “ecologicamente corretos” são promovidos, com cada vez mais frequência, por todos os tipos de empresas, das menores até as mais graúdas. Porém, tais eventos são vistos, muitas vezes, como iguais, uma vez que tem o mesmo foco.
É preciso buscar inovação sempre, a cada novo evento produzido, realizado. Ingredientes que deixem o evento diferente dos demais, como, por exemplo, servir comidas que sejam “ecologicamente corretas”, e não apenas utilizar materiais que deixem o ambiente do evento com jeito de “ecologicamente correto”.
Os dirigentes dos maiores países do mundo se reuniram em busca de respostas para poder amenizar – ou talvez abolir – os danos causados pela globalização ao meio-ambiente, e nem mesmo eles foram capazes de conseguir chegar a um acordo. Então, embora tais eventos sejam promovidos com maior frequência cada vez mais, ainda assim, são um destaque no mercado de hoje em dia.
As empresas que buscam fazer com que seus clientes sintam que estão ajudando o meio-ambiente a melhorar são empresas que, com um simples toque de conscientização – seja por emitir boletos bancários em papel reciclado ou ter uma lixeira para cada tipo de lixo, conseguem alcançar o seu objetivo.
Não é apenas promover eventos “ecologicamente corretos”, é isso e mais. É fazer um trabalho diário e contínuo, sempre em cima e sobre o mesmo assunto. É ter a consciência de que é preciso viver em prol da melhoria do que está estragado, e mais, é viver passando para o maior número de pessoas possíveis a ideia de que o momento de começar a fazer alguma coisa, de cada um fazer a sua parte, é agora.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Pôr no orkut
Eu consigo acompanhar a vida de muita gente através da minha página no orkut. Posso ver quem casou, quem começou a namorar, quem engravidou, quem terminou um namoro, quem passou no vestibular de uma faculdade renomada, quem tirou carta, quem fez uma tatuagem nova, quem cortou o cabelo, quem alisou o cabelo, quem pintou o cabelo... Posso até saber quando alguém vai viajar, já viajou e como foi a viagem. Consigo tudo isso apenas com uns três ou quatro cliks no mouse do meu computador.
A privacidade de cada indíviduo já não existe mais. Afinal, a cada dia nos deparamos com "novos orkuts", como twitter, myspace, facebook, badoo, etc. São tantos que eu já nem sei mais o que é novo e o que não é. Tem até gente que usa o blog como uma espécie de diário. Confesso que sou adpeta apenas ao orkut pois, para mim, é o suficiente para conseguir saber muita coisa sobre a vida de muita gente.
Como li hoje no blog de um grande amigo, Thiago Gomes Rodrigues (http://www.falonadasoobservo.blogspot.com): "Isso ocorre desde o início dos anos 2000, quando a febre de exposição da vida alheia tomou conta do mundo. Bisbilhotar o que o outro faz, comentar da vida alheia, acompanhar os passos de outro ser humano e viver em torno disso virou um hobby para os brasileiros. Desculpe, errei. Não se tornou um hobby, e sim um hábito." Nesse texto, ele falava sobre a febre que é o Big Brother. Eu sinceramente acredito que esse "hábito" que o povo brasileiro tem de bisbilhotar a vida alheia, nasceu junto com esse programa da Rede Globo.
Em um país aonde políticos roubam descaradamente, cidadãos traficam desde armas até pessoas na frente de todo mundo e ninguém nunca faz nada para acabar com toda essa podridão que existe por aqui, não é de surpreender que a fofoca sobre quem casou e quem deixou de casar seja o assunto predileto da maioria das pessoas.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Ano novo
É tempo de planejamento.
É hora de ficar com quem mais se gosta.
É tempo de paz.
É tempo de amor.
É a hora do perdão.
É tempo de emoção.
É tempo de descanso.
É hora de fazer o que se quer.
É tempo de festa.
É tempo de renovação.
É hora de pesar na balança o que mais importa.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
A Cabana - Projeto Missy
Quando o questionamento de Mack em relação à existência de um Deus bondoso que permite que uma barbaridade como esta aconteça à uma garota de menos de 10 anos de idade chega ao seu limite, Mack recebe um bilhete. Um tanto quanto suspeito, esse bilhete muda a vida deste homem para sempre.
Cheio de dúvidas em relação ao autor do bilhete, Mack resolve ir até o lugar aonde a última prova do provável assassinato de Missy foi encontrada - uma Cabana abandonada. Nessa Cabana, Mack passa por uma experiência com Deus e duração de três dias que anda mudando a vida de todas as pessoas que leem sobre ela.
O meu propósito com esse post não é contar o que acontece durante a estadia de Mack na Cabana com Deus, mas contar como ler essa história pode mexer com as crenças e as opiniões de muita gente.
O Projeto Missy não é apenas um título que criei, é algo que pretende utilizar de tudo o que for preciso para propagar a mensagem desse livro que já atingiu milhares de pessoas: Deus não é o responsável por tudo de ruim que acontece em nossas vidas, mas com certeza, é o responsável por tudo de maravilhoso que acontece a partir das coisas ruins.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Quando algo se concretiza
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Ensaio sobre a cegueira
Na locadora: a indecisão, que filme levar?
Depois de 'pular' de comédia para romance para comédia romântica para documentário, acabei com um filme que foi muito comentado logo que estreou: Ensaio sobre a cegueira - livro do português José Saramago que virou filme no segundo semestre de 2008.
O filme começou e eu reparei que conhecia parcialmente o lugar aonde a história se passava, mas nem me toquei que se tratava do meu próprio Estado.
Achei bacana ver o moço do "De repente 30" atuando em um filme sério e interessante, e, logo de cara, percebi que a garota dos óculos escuros era brasileira, afinal, reconhecemos nossa raça em qualquer lugar e em qualquer circunstância.
Comecei a me emocionar profundamente quando o menino do filme, a única criança que aparece constantemente, diz algo tocante. E a mistura de setimentos como raiva, angústia, compaixão, tristeza e desespero só aumentou depois disso.
Ensaio sobre a cegueira se trata de um filme - bem, primeiro foi o livro, mas não tive a oportunidade de lê-lo e nem sei se vou fazer isso agora, depois de ver o filme e de ficar tão pensativa em relação a ele - dirigido pelo mesmo homem que dirigiu Cidade de Deus. Só por essa informação, podemos imaginar que não é um filme qualquer e, muito menos, um filme que não mexa com o psicológico das pessoas.
Quem leu o livro afirma que o filme foi fielmente retratado nas telas dos cinemas, até mesmo quem escreveu o livro afirma isso.
Eu, como telespectadora, afirmo que é um filme pesado, tocante, poderoso e intrigante e que, com certeza, faz com que quem o assista mude a sua visão do mundo.
'E se fosse eu?' é o meu único pensamento desde sábado a noite.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Novembrite
Novembro é mês de fechamento de todas as pendências, para que possamos começar um ano novo sem nenhuma preocupação velha. É mês de comerçar a fazer as compras de natal, sejam elas para as pessoas queridas ou, simplesmente, para nós.
O meu balanço já foi feito. Conheci pessoas novas, adquiri novos conceitos e comecei a acreditar mais do que já acreditava que dinheiro não é tudo na vida de alguém.
E é bem no mês de novembro que completo um ano de blog. Um ano publicando textos que vieram à minha cabeça e me fizeram ficar inspirada o suficiente para arriscar uma coisinha aqui, outra ali. Um ano publicando alguns trabalho feitos para a faculdade de jornalismo que estou cursando. Um ano a mais de experiência.
E você? Já fez o balanço do seu ano?
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Mas é claro que o sol vai voltar amanhã...
Dias cinzentos são necessários, apesar de tudo. São necessários para que os dias claros possam voltar, necessários para que os dias claros possam se firmar mais uma vez em seu devido lugar. Dias cinzentos são necessários para que possamos lembrar que nem tudo na vida é sol, calor, gostoso de viver. Dias cinzentos são necessários para que possamos lembrar que "o sol vai voltar amanhã".